Calendário de gravidez na semana 17

Oi, minha mamãe linda!

Hoje estamos na 17ª semana de gestação, e já sinto meu bebê quase pesando 190 gramas e medindo quase 20 centímetros — parece até um abacate! 🍈 Logo, você vai começar a sentir meus puxões — já estou ficando velhinha, para que você perceba logo!
Minha barriga e o pescoço estão firmes, e agora até consigo manter a cabeça erguida quase o tempo todo. Não tenho mais aquela coisa de »burrinho« — me espalho bonita! Minhas mãos estão macias, e meus cotovelos já começam a dobrar, minhas pernas quase sempre estão fechadas, mas às vezes eu mostro minhas mãozinhas — treine aí para me puxar com força quando nos encontrarmos! 💳
Minhas underarms estão acumulando gordura — primeiro a branca, depois a morena. Essa gordura vai ajudar a me manter quentinha após o nascimento, quando ainda vamos estar juntos. E, além disso, minhas glândulas sebáceas já estão ativadas, prontas para me preparar para a vida fora da barriga!
O meu coração virou um cérebro inteligente — agora ele trabalha por conta própria, sem precisar de uma ajudinha do cérebro principal. Ele bate ritmado e com muita confiança, batendo forte por todo o meu corpinho, em todos os cantinhos que meu corpo tem! ❤️
E minhas perninhas continuam com aquele gelzinho de proteção — primeiro fica branquinho, depois fica moreno. Essa camada fofa na pele me ajuda a ficar quentinha, e logo logo vocês vão conseguir sentir minhas mordidinhas na sua barriga cheia de alegria!
Obrigadinha por me abraçar por dentro. Já te quero muito, mamãe!
Seu pequeno já virou um abacatavinho 🍈!

O que acontece com a sua barriga

Muitas mulheres grávidas reclamam que o andamento do encaixe da bebê pode ser mais difícil do que o esperado. Para algumas, o maior problema é o aumento do tamanho do útero, o que pode deixar a barriga mais pesada e causar aquele incômodo chatinho, principalmente à noite, devido às mudanças nas atividades e na postura durante a gravidez. Então, é importante ficar de olho e procurar ajuda se perceber que o desconforto piora ou demora a passar.

Barriga

A posição da barriga começa a ser notada na próxima consulta de confirmação da gravidez. Algumas mulheres percebem que, às 17 semanas, dá pra ver o tamanho do bebê com um simples olhar na própria barriga. A partir da 17ª semana, ela costuma crescer mais rápido, puxando o peso das estruturas internas, como o útero, acabamento do útero e a parte superior da bexiga. Essa expansão pode indicar o risco de próprias alterações na placenta, como crescimento excessivo, síndrome de transfusão feto-placentária, alterações do líquido amniótico, ou até patologias na placenta. A avaliação é feita por exames de ultrassom entre as semanas 16 e 20. Se não foi possível ver na 16ª semana, dá pra tentar novamente até lá.

Vasos na barriga

Algumas gestantes notam que a coloração da pele na barriga fica mais avermelhada, formando linhas coloridas. Cuidados com ela incluem evitar fromas de estresse, manter uma rotina saudável, usar cremes específicos para prevenção de estrias e evitar o uso de medicamentos sem orientação médica. Esses sinais podem indicar algum problema na circulação da placenta ou na saúde do bebê, então, é fundamental consultar o seu obstetra.

Dor

No início da gravidez, dores mais frequentes costumam estar relacionadas ao crescimento do útero, como no período do estirão de crescimento das células do colo do útero. Em semanas mais avançadas, as dores podem surgir por causas variadas, como infecção, pressão nas vértebras ou lesões na coluna, além de alterações hormonais que elevam o risco de injúrias. Se a dor for forte, não hesite em procurar um médico para avaliar melhor.

Desenvolvimento duplo

A partir da 15ª semana, o crescimento da placenta passa a ser mais intenso, e o desenvolvimento do bebê também começa a acelerar. Isso melhora o funcionamento dos órgãos internos e promove maior circulação sanguínea na mãe, o que é essencial para o crescimento do bebê. Ainda assim, é importante manter consultas regulares para detectar possíveis alterações ou complicações, além de seguir as orientações médicas de rotina, alimentação equilibrada e descanso adequado.

Redução da gravidez

A diminuição do volume da barriga pode acontecer por causas diversas, como ansiedade, infecção ou doenças. Essas alterações muitas vezes indicam que o trabalho de parto está mais próximo. Em semanas mais avançadas, a redução pode ser mais intensa, por causa de contrações ou de um início de parto. Para diminuir o desconforto, tente relaxar, evitar esforços excessivos, caminhar com calma e, se a dor aumentar, descansar mais e procurar o seu obstetra.

Dificuldades na expulsão

Na 17ª semana, podem surgir dificuldades na expulsão do bebê, que podem estar relacionadas a alterações na circulação da placenta ou à compressão do canal de parto. Para o seu bem-estar, procure um médico que irá avaliar se há alguma complicação que possa impedir o parto normal. A avaliação é importante para evitar riscos durante o parto, além de garantir que a saúde da mãe e do bebê não fiquem comprometidas.

Vasos no peito

Algumas grávidas reclamam que as veias na região do seio ficam mais visíveis devido à maior circulação sanguínea. Não se preocupe, isso é normal e deve passar após o final da gestação. Se você sentir dores ou notarem pequenas bolhas ou saliências, procure um médico para uma avaliação específica.

Geralmente durante a gravidez

A gravidez exige atenção com a saúde, o bem-estar, e o acompanhamento médico. Resistir a orientações ou ficar sem consultar o obstetra pode aumentar o risco de complicações e prejudicar a saúde da mãe e do bebê. O ideal é fazer as consultas de rotina e seguir as recomendações do seu obstetra, principalmente no controle de infecções, doenças, uso de medicamentos e outros cuidados essenciais.

Cuidados ao se Alimentar Durante a Gravidez

Durante a gravidez, é fundamental manter uma alimentação equilibrada e saudável para o bem-estar tanto da mamãe quanto do bebê.
  • Preste atenção na quantidade de proteína que consome, sem esquecer dos carboidratos e gorduras boas.
  • Frutas e hortaliças devem fazer parte da sua alimentação diária. Procure variar as cores e tipos para garantir uma dieta mais completa.
  • Cuidado com alimentos muito gordurosos, salgados, picantes, doces exagerados e bebidas gaseificadas e alcoólicas.
Procure fazer refeições menores, mas com mais frequência ao longo do dia. Uma boa dica é dividir sua alimentação em 5 a 6 pequenas refeições: café da manhã, almoço, jantar e alguns lanchinhos intermediários.
Evite ficar muitas horas sem comer, para não deixar seu bebê precisar de energia guardada em estoque. Hidrate-se bastante: água, chás de ervas, água de coco e sucos naturais são boas opções.
Na 17ª semana de gestação, é importante incluir na dieta bons alimentos ricos em nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento do bebê: ovos, carnes, peixes, cereais, grãos integrais, frutas, legumes, sementes, oleaginosas e castanhas.

Necessidades de vitaminas e microelementos

Na 17ª semana de gestação, o organismo da mulher e o desenvolvimento do bebê precisam de uma quantidade suficiente de vitaminas e minerais que passam a partir da alimentação. É importante que a alimentação seja equilibrada e variada. Caso não seja, a deficiência de vitaminas pode prejudicar o crescimento ósseo e o funcionamento do organismo do bebê. Essas vitaminas podem ser encontradas em carnes, peixe, ovos, castanhas, cereais integrais, leguminosas, frutas e verduras.

Principais vitaminas para gestantes

Vitamina E (tocoferol)

A vitamina E é fundamental para o funcionamento do sistema imunológico, ajudando a fortalecer as defesas do corpo.Ela também atua na formação de tecidos e na proteção contra radicais livres, colaborando para a saúde da pele, cabelo e unhas. Além disso, ela passa a ser importante na prevenção de tromboses e doenças cardíacas. Pode-se encontrar vitamina E em alimentos como óleos vegetais, azeite, amêndoas, castanhas, sementes, ovos e outros alimentos.

Vitamina A (retinol)

A vitamina A é necessária para a reposição de nutrientes nas células e tecidos. Ela atua na formação de cartilagens, ossos, dentes, olhos, e promove o crescimento geral do bebê e de seus órgãos. A deficiência dessa vitamina pode causar problemas na visão, no funcionamento do sistema imunológico, além de atrasar o crescimento do feto. Pode-se obter vitamina A de alimentos como fígado, cenoura, batata-doce, damasco, abóbora, espinafre, abacate, ovos, leite, iogurte e outros alimentos.

Vitamina D (calciferol)

A vitamina D regula a absorção de cálcio e fósforo, além de colaborar na formação e manutenção dos ossos e dentes. Previne o crescimento anormal do feto e fortalece o sistema imunológico. Pode estar presente em alimentos como peixes de água fria, ovos, queijos, leite e fígado, além de ser produzida na pele com a exposição ao sol. É importante Consumir vitamina D em quantidade suficiente para evitar problemas ósseos na mãe e no bebê.

Vitamina K – grupo de vitaminas lipossolúveis

A vitamina K participa na coagulação do sangue e na formação de ossos, além de fortalecer o sistema cardiovascular. Sua falta pode causar dificuldades na cicatrização, problemas sanguíneos, anemia e maior risco de hemorragias. Ela está presente em alimentos como gema de ovo, peixe, carne, leite, verduras, azeite, sementes, castanhas, brócolis, couve, aspargos, cerejas, maçãs e outros.

Minerais

Minerais são essenciais para o funcionamento do organismo, atuando na formação de ossos, músculos, nervos e na manutenção do equilíbrio hídrico. A deficiência de minerais na gestação pode levar a problemas como calcificações anormais, hipertensão arterial, anemia e insuficiência renal. Os principais minerais presentes nos alimentos incluem: ferro, cálcio, magnésio, zinco, selênio, iodo, fósforo, enxofre, manganês e outros. Consumir variedade de alimentos como carnes, peixes, leite, ovos, cereais, legumes, verduras e frutas ajuda a garantir a ingestão necessária.

Cálcio

O cálcio desempenha papel central na formação e fortalecimento dos ossos e dentes, além de ajudar na transmissão nervosa e na contração muscular. Durante a gravidez, a demanda de cálcio aumenta para suportar o desenvolvimento do esqueleto do bebê. Pode ser obtido de alimentos como leite, iogurte, queijo, sardinha, amêndoas, espinafre, brócolis, couve, soja, feijão branco, castanhas, linhaça, gergelim, sementes e outros.

Ferro

O ferro é fundamental na formação do sangue, na produção de hemoglobina e na oxigenação dos tecidos do corpo. Na gestação, a necessidade de ferro aumenta significativamente para garantir que o bebê receba oxigênio suficiente. Alimentos ricos em ferro incluem carnes, leguminosas, ovos, folhas verdes, cereais fortificados, e minerais como zinco, cobre, manganês e selênio.

Magnésio

O magnésio atua na formação de ossos e dentes, participa na síntese de proteínas e na função muscular e nervosa. Sua deficiência pode levar a cãibras, cansaço, ansiedade e problemas no ritmo cardíaco. Fontes de magnésio são alimentos como castanhas, sementes, vegetais verdes, peixes e grãos integrais.

Zinco

O zinco é essencial para o crescimento e desenvolvimento celular, fortalecimento do sistema imunológico, além de atuar na síntese de DNA e na cicatrização de feridas. Boa fontes de zinco incluem carnes, frutos do mar, leguminosas, sementes e castanhas.

Selênio

O selênio é um antioxidante que ajuda a proteger as células do corpo contra o dano oxidativo, colaborando na prevenção de doenças crônicas. Fontes comuns de selênio incluem castanhas do Brasil, peixes, frutos do mar, cereais e ovos.

Iodo

O iodo é indispensável para a produção de hormônios tireoidianos, que regulam o crescimento do bebê e o desenvolvimento neurológico. A deficiência de iodo pode levar a bócio, atraso no desenvolvimento cerebral e problemas na comunicação. Alimentos ricos em iodo incluem peixes, frutos do mar, sal iodado, ovos e laticínios.

Dicas Quentes

Se você está enfrentando uma infecção urinária com muita frequência, tente aumentar bastante a quantidade de água que bebe na primeira metade do dia, assim fica mais fácil evitar a desidratação na segunda metade e o seu corpo vai agradecer.
Quando aparecerem pontadas ao urinar, pode ser que o álcool, a pizza ou alimentos muito gordurosos estejam irritando a sua bexiga. Se a dor persistir, não hesite em procurar um médico.
Se seu fluxo de urina estiver fraco, não entre em pânico. Coloque a cabeça para cima, deite uma toalha quente ou algo bem frio sobre a sua bexiga por alguns minutos. Se a fraqueza não passar, procure um especialista.
Ao sentir leve aumento na cistite, use uma escova de dentes macia para escovar a língua e evitar a má digestão, que pode irritar a membrana do trato. Se a dor continuar, visite um dentista.
Prefira calçados com salto de até 3 a 4 cm e evite usar meias de cano longo, para NÃO aumentar a chance de entupimento na uretra, o que pode piorar a infecção. Para ajudar na recuperação do fluxo sanguíneo, faça algumas pausas de alguns minutos na sua rotina e descanse as pernas com uma almofada. Assim, ajuda a mandar o sangue de volta para o coração. Refaça esses movimentos devagar, e vá aumentando a força gradualmente. Se a sua crise de gota ficar forte, procure um médico.

Exercícios para futuras mamães

Na segunda trimestre, manter-se ativa fisicamente pode fazer toda a diferença durante a gravidez, desde que não haja restrições médicas ou riscos para o bebê. Mas o mais importante é consultar seu médico, que acompanha sua gestação, e informar o treinador sobre sua condição para desenvolver um novo plano de treinos personalizado.
Procure evitar exercícios que envolvam força abdominal de bate-pronto, para não desencadear contrações indesejadas. Além disso, não é recomendado fazer atividades deitada de barriga para cima após o quinto mês, devido ao aumento da pressão no ventre sobre os órgãos do bajo. Keep an eye on how you're feeling and stop if you experience any discomfort.
Haverá recomendações para caminhar (preferencialmente ao ar livre, com uma caminhada de pelo menos 45 minutos por dia), praticar natação e fazer aulas em grupos especializados para gestantes. Lembre-se de sempre ouvir seu corpo e respeitar seus limites, garantindo que a atividade física seja segura e prazerosa para você e o bebê!

Dificuldades na gravidez

Durante a gestação, a mulher pode enfrentar diferentes problemas relacionados ao sistema endócrino, além de passar por momentos de infecções e doenças infecciosas. Essas complicações surgem principalmente por um sistema imunológico um pouco mais fragilizado, devido às mudanças hormonais e à diminuição temporária da imunidade. Por isso, é fundamental procurar assistência médica assim que perceber os primeiros sintomas. O tratamento durante a gestação é feito de forma cuidadosa, para garantir a segurança tanto da mãe quanto do bebê.

Infecções respiratórias virais e bacterianas

Essas infecções acontecem devido à imunidade mais baixa da mulher na gravidez e podem evoluir para quadros mais sérios, incluindo complicações na saúde do bebê. Quanto mais precoce for o atendimento, melhor. Durante a gestação, o cuidado com infecções deve ser prioridade, sempre com acompanhamento médico. Em casos de infecção, o uso de medicamentos deve ser supervisionado por um especialista para garantir a segurança de todos.

Cistite

A inflamação da mucosa da bexiga (cistite) na gravidez costuma ser causada pelo aumento da quantidade de sangue na circulação da mulher, que acaba criando uma sobrecarga no coração. Ela ocorre principalmente na parte inferior do corpo, por mudanças no ritmo hormonal e na circulação de sangue. O quadro costuma se manifestar com dor ao urinar e sensação de queimação. O tratamento é feito com medicação específica, sempre sob supervisão médica, e a inflamação pode ser controlada com hábitos de higiene adequados e mudanças na alimentação.

Varizes nas pernas externas

Durante a gravidez, o volume de sangue aumenta, o que faz o surgimento de vasinhos na pele das pernas, especialmente na região das pernas. Essas varizes podem causar desconforto, dor e sensação de peso nas pernas. O tratamento recomendado envolve usar meias de compressão específicas, praticar exercícios leves e manter uma alimentação equilibrada. Em casos mais avançados, podem ser indicados procedimentos cirúrgicos, sempre sob acompanhamento médico.

Capilarização das veias nas extremidades inferiores

Na gravidez, o volume de sangue na circulação aumenta bastante, o que promove uma maior irrigação nas extremidades, especialmente nas pernas e pés. Esses vasos dilatados podem causar inchaço e desconforto, que tendem a melhorar após o parto. O repouso regular, o uso de meia de compressão e evitar longos períodos em pé ajudam a reduzir esses sintomas. Caso os sintomas persistam ou fiquem doloridos, é importante procurar avaliação médica.

Está seguro de que pode se envolver em sexo na 17ª semana de gravidez?

  • Ter relações sexuais na 17ª semana de gravidez é geralmente seguro quando há pouco risco e, se for feito com cuidado, sem causar prejuízo ao bebê. Mulheres grávidas que tenham tido episódios de risco anterior ou apresentem placenta prévia devem evitar esse tipo de relação.

Devo me preocupar se meu bebê não demonstrar nenhuma atividade na 17ª semana?

  • Se você está grávida pela primeira vez, pode ser difícil perceber os movimentos do bebê logo de cara. Além disso, se a placenta estiver presa na parede anterior do útero, ela pode suavizar os movimentos do seu pequeno, tornando mais difícil senti-los. Ainda assim, você deve sentir algo por volta da 22ª semana de gestação. Se estiver preocupada, consulte seu médico, especialmente se tiver alguma condição de saúde que possa dificultar a percepção do bebê.

Quais as chances de ter um aborto na 17ª semana de gravidez?

  • O risco de aborto na 17ª semana (segundo trimestre) é bem baixo, cerca de dois a três por cento, bem menor do que no primeiro trimestre. Ainda assim, é importante conversar com seu médico se tiver qualquer dúvida ou preocupação relacionada à saúde, assim você pode se prevenir e garantir uma gestação mais segura.

É seguro viajar na 17ª semana de gravidez?

  • Sim, viajar no segundo trimestre (entre a 13ª e a 26ª semana) costuma ser seguro, desde que suas condições de saúde sejam boas e seu médico autorize. Mas, é sempre bom tomar alguns cuidados, como evitar trajetos muito longos e fazer paradas para descansar, além de levar os documentos médicos e medicamentos que possa precisar pelo caminho.

O que posso fazer para me preparar para o parto na 17ª semana de gestação?

  • Embora 17 semanas ainda sejam cedo para começar a preparação específica para o parto, esse é um ótimo momento para começar a se informar, escolher um obstetra de confiança e pensar no que deseja para a chegada do seu bebê. Você pode aproveitar para adquirir alguns roupas, acessórios e itens essenciais para os primeiros meses, além de cuidar do seu bem-estar e manter uma rotina saudável. Assim, você chega mais tranquila na reta final da gestação.

CHECKLIST

  • Foi quase um soco na cara! Tenho certeza de que o primeiro chute do bebê foi uma sensação e tanto. Agora ele parece muito mais realista!
  • Não, você não pode mexer na minha vida sem a minha permissão. Respeito o meu espaço e conto com a compreensão das pessoas: se não gostam de alguém mexendo na sua vida, é melhor manter distância.
  • Nossa, que cabelo estranho! Ficaram mais escuros, mais cheios, e parecem mais sensíveis. E eu sinto um baita orgulho de ter feito o penteado.
  • Evito ficar ocupado com coisas que envolvem risco de queda ou acidentes. Planejamento e precauções com fumaça, por exemplo, vão ter que esperar um pouco.
  • Deixei uma cartinha para o meu bebê de lembrança! E tenho ela no álbum, para quando ele crescer bastante e eu poder mostrar para ele.
  • A minha manhã começou com o pé direito e, agora, quero saber de umas diquinhas de cuidados, tipo tomar leite, comer bem e evitar comida pesada antes de dormir.
16 semanas 17 semanas

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